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sábado, 25 de janeiro de 2020

Soberba e Arrogância em um Ponto de Vista




Por Leonardo Pereira



O pastor presbiteriano Sérgio Lima, um ministro do evangelho de uma denominação que muito respeito e tenho muitos amigos, porém discordando de alguns pontos doutrinários, disse em um vídeo do Youtube que os "desigrejados" são soberbos e orgulhosos. O pastor quase que generalizando este movimento esquece dez pontos os quais mostram de modo claro que devemos ter um equilíbrio quando se fala sobre este assunto:

1) O termo desigrejados é um tempo incoerente que foi transmitidos por muitos. O correto para estas pessoas é o termo "Não-Denominacional". Pessoas que não frequentam mais nenhuma denominação.

2) Literalmente o termo se refere à pessoas que saíram de uma denominação, e não que saíram da Igreja de Cristo, como muitos anunciam "aos céus e aos montes".

3) Essa classe encabeça uma lista vasta de motivos pelos quais eles não frequentam mais uma denominação, tais como decepções, enganos, insatisfação do sistema eclesiástico, entre muitos outros.

4) Muitos irmãos e ministérios desavisados dão à esses irmãos uma conotação forte de "desviados", por não estarem mais frequentando as reuniões e as congregações, o que por sí só já é um crítica ruim da pessoa e da sua condição eclesiástica.

5) Devemos compreender que os "não-denominacionais" estão crescendo em números e em diversas estatísticas levantadas por pesquisadores, haja vista com o declínio moral, social, ético, ministerial e espiritual da igreja evangélica brasileira na sua atualidade.

6) Devemos compreender também que nem todos os que saíram das denominações foram por razão de boa fé (Devemos ser sinceros). Muitos procuraram e ainda procuram disseminar suas heresias e modismos nos seio da igreja e por não conseguirem, buscam adentrar a lista crítica de um "não denominacional".

7) Devemos compreender também que muitos líderes de denominações causaram muitas dores naqueles que saíram das mesmas. Traumas terríveis com cicatrizes difíceis de curar estão marcados na alma de muitos, e isso tem levado um povo a um sério afastamento das denominações evangélicas brasileiras.

8) Os evangélicos "não-denominacionais" não odeiam a igreja ou a criticam por existí-la. Apenas muitos preferem não fazer parte das instituições pela forma como foram afetados quando ainda fizeram parte dela, mas em sua maioria, não a odeiam ou combatem contra ela.

9) A igreja se posicionou com o passar dos anos para uma questão muito crítica com aqueles que saíram das instituições sem fazerem uma análise mais profunda e individual dos motivos que levaram muitos a abandonarem as denominações. Frases como a do pastor presbiteriano em seu vídeo fazem ainda mais os seguidores de Cristo Jesus se afastarem e caminharem em direção contrária a do aprisco.

10) As denominações evangélicas da nação brasileira e este movimento deve encontrar um ponto de equilíbrio o mais rápido possível para que assim, soluções em demasia possam aparecer, pessoas no poder de Jesus Cristo possam ser curadas de maneira mental, social e espiritualmente das dores outrora sofridas, e muitos possam compreender como os não-denominacionais não estão afastadas da comunhão do Senhor, mas sim, buscando o melhor também para as denominações evangélicas do Brasil.



Livros de Sugestão de Leitura para este tema:

Feridos em Nome de Deus. Marília de Camargo César - Mundo Cristão, 2009.

Bacia das Almas. Paulo Brabo - Mundo Cristão, 2009.

Paulo Romeiro. Decepcionados com a Graça - Mundo Cristão, 2005.

Frank Viola. Cristianismo Pagão? - Abba Press, 2008.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Não o Recebam em Casa, Nem o Saúdem (2 João 7-11)


Durante os primeiros dias da igreja, muitos falsos mestres andavam negando a humanidade de Cristo. Mesmo entre os irmãos de Corinto, alguns não acreditavam na ressurreição dos mortos e portanto anulavam a ressurreição de Cristo (1 Coríntios 15).
A igreja do Novo Testamento tinha problemas, como é evidente pelos escritos dos apóstolos. As epístolas de João descrevem os desafios enfrentados pelos filhos de Deus. A segunda e a terceira epístolas de João lidam especialmente com os falsos mestres e homens tais como Diótrefes.
Através do Espírito Santo, João dá orientação e exortação concernentes àqueles enganadores. 2 João 7-11 diz: "Porque muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne: assim é o enganador e o anticristo. Acautelai-vos para não perderdes aquilo que temos realizado com esforço, mas para receberdes completo galardão.Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece, não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem assim o Pai, como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não trás esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más."
João exorta "a senhora eleita e seus filhos" (2 João 1) a não confraternizarem com essas pessoas e a não darem nenhum crédito à falsa doutrina delas. Ele busca ajudá-los a manter sua fé em face da oposição, como o escritor de Hebreus exorta em Hebreus 10:35: "Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão."
A natureza dos enganadores é que eles querem "ir além" ou "avançar" a doutrina de Cristo. Para ser um discípulo de Cristo, é preciso "permanecer" ou "continuar" no ensinamento do Pai. Aqueles que são falsos mestres não continuarão nos ensinamentos do Pai mas farão para si mesmos sua própria lei. Jesus fez menção a isto em Marcos 7:7: "E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens."
João escreve para advertir estes santos, dizendo para serem cuidadosos na associação e camaradagem oferecidas àqueles que não querem permanecer na doutrina de Cristo. Ele ainda os instrui: se alguém vem a eles e se recusa a seguir a doutrina de Cristo, que este falso mestre não seja recebido. Nem devem oferecer as boas-vindas com as saudações normalmente estendidas de uns aos outros.
A mesma instrução é dada por Paulo em Romanos 16:17-18: "Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles, porque esses tais não servem a Cristo nosso Senhor, e, sim, a seu próprio ventre e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos incautos."
Sabendo que "muitos enganadores têm saído pelo mundo fora" (2 João 7), e que os santos precisam "não dar crédito a qualquer espírito; antes provar os espíritos se procedem de Deus" (1 João 4:1), era preciso tomar cuidado com a sua recepção a esses falsos mestres. Quando João os adverte a não permiti-los em suas casas, ele está orientando-os a não permitir uma associação com eles que possa enfraquecer sua fé e decisão.
Para entender o versículo 10, precisamos compreender a idéia de receber alguém em casa e lhe dar boas-vindas. O Salmista descreve a essência deste assunto de saudação no Salmo 129:8: "E também os que passam não dizem: A bênção do SENHOR seja convosco! Nós vos abençoamos em nome do SENHOR!"
João instrui os santos a não dar tais bênçãos àqueles que não querem permanecer na doutrina de Cristo. Recebê-los em seus lares é uma relação de permanência com eles. Este versículo tem sido usado por alguns para ensinar que, se alguém bate à porta desejando ensinar alguma doutrina falsa, é errado aceitá-lo "dentro de casa" para conversar com ele. Este não é o significado da mensagem de João.
Não há nada de errado em permitir que uma pessoa entre em casa para discutir a Bíblia. João (através do Espírito Santo) proibia não o ato específico de conversar com alguém sobre a Bíblia em nossas casas, mas sim a nossa participação com tal falso mestre, apoiando a sua divulgação de falsas doutrinas.
Ele explica no versículo 11 que se tolerarmos, pela nossa amizade, os enganadores e lhes dermos estes tipos de saudações, acabaremos partilhando de suas más obras. Por quê? Porque não mostramos a convicção de ficar do lado de Cristo e de defender a verdade.
Se um Mórmon viesse à minha casa e quisesse falar comigo sobre a Bíblia (e só a Bíblia), eu o deixaria entrar para abrirmos a Bíblia e conversarmos sobre seu falso ensinamento. Isto não contradiria a Escritura enquanto eu procuro defender a verdade diante dele.
Abrir a porta para uma pessoa para estudar com ela não é a razão pela qual João escreveu as instruções aos santos de 2 João. Se isto fosse verdadeiro, proibiria qualquer pessoa de conversar com quem quer que fosse que não cresse na verdade, em sua própria casa. Este versículo tem sido usado incorretamente para definir um padrão desconhecido no Novo Testamento. Ele tem sido aplicado a um costume moderno de grupos religiosos que vão de porta em porta mascateando suas falsas doutrinas. Contudo, João (como Paulo) adverte que permanecer com estes enganadores pode levar a perder "aquilo que temos realizado com esforço..." (2 João 8).
Recebê-lo em sua casa demonstra uma disposição de associar-se com desejo de ser companheiro dele e de compartilhar sua falsa doutrina; isto Deus proíbe, para que não aprovemos o que falsos mestres ensinam.
Uma advertência precisa ser feita a quem esteja despreparado para falar com aqueles que batem à sua porta para discutir a Bíblia. Seria melhor pedir-lhes que voltem outra vez e convidar um cristão forte para ajudá-lo a falar com eles sobre a verdade.
Não podemos aceitar e manter comunhão com aqueles que ultrapassam a doutrina de Cristo, deixando que alguns suponham que todos são filhos de Deus em Cristo. Não posso tratar como cristã uma pessoa que não é cristã, nem posso tolerar a falsa doutrina dela. Seja em nossa sala de estar, escritório, portão, quintal, ou qualquer outro lugar, deveríamos estar sempre prontos para dar uma defesa a todos que pedem a respeito de nossa esperança e nossa confiança em Jesus Cristo (1 Pedro 3:15).

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Sinais são sempre confiáveis?

Muitas pessoas hoje, especialemente no movimento pentecostal e suas ramificações, valorizam sinais acima de tudo. Interpretam acontecimentos na vida como provas da aprovação divina de suas decisões. Recorrem para visões e revelações para justificar suas práticas. Defendem suas doutrinas, citando algum sinal especial como confirmação do Espírito Santo.
Sinais sempre são confiáveis como prova da aprovação divina?
Em geral, os sinais, prodígios e milagres na Bíblia serviam para confirmar a palavra revelada por Deus aos profetas e apóstolos. No Velho Testamento, Deus capacitou homens como Moisés, Elias e Eliseu a realizarem milagres para confir-mar a sua mensagem. No Novo Testa-mento, os apóstolos e vários outros recebiam os dons do Espírito Santo para confirmar a palavra revelada (Marcos 16:20; Hebreus 2:4; 2 Coríntios 12:12).
Em outros estudos, temos visto várias diferenças entre os verdadeiros sinais dos tempos da Bíblia e os supostos dons milagrosos que tantas pessoas buscam hoje. Neste artigo, consideremos outro aspecto da questão dos dons. Mesmo se alguém acreditar ver um sinal milagroso hoje, ainda deve dar mais importância às Escrituras.
Deus nunca colocou os sinais acima da palavra.
No Velho Testamento, o Senhor disse: “Quando profeta ou sonhador se levantar no meio de ti e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio do que te houver falado, e disser: Vamos após outros deuses...não ouvirás a palavra deste profeta ou sonhador; porquanto o Senhor, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o Senhor, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma” (Deuteronômio 13:1-3). Neste caso, mesmo se o sinal fosse verdadeiro, qualquer um que seguisse o profeta seria condenado, pois a palavra dele contradizia a verdade já revelada.
No Novo Testamento, sinais milagrosos acompanharam os apóstolos do Senhor. Mas Paulo, um dos apóstolos, nos alerta: “Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema” (Gálatas 1:8). Se viesse direto do céu ou se mostrasse os sinais dos apóstolos, ainda seria necessário avaliar pela palavra.
Paulo avisou, também, de sinais e prodígios de mentira, empregados por Satanás (2 Tessalonicenses 2:9-10).
Não importa quantos sinais alguém alega ter visto ou ter feito, a prova final é a palavra já revelada. Nunca devemos colocar sinais acima da palavra.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

"O que a Bíblia diz sobre o evangelho da prosperidade?"

                                                                                    

No evangelho da prosperidade, também conhecido como a religião “Palavra da Fé”, o fiel é encorajado a usar a Deus, enquanto a verdade do Cristianismo bíblico é justamente o contrário – Deus usa o fiel. A Palavra da Fé ou Teologia da Prosperidade enxerga o Espírito Santo como um poder a ser usado para qualquer coisa que o crente queira alcançar. O Movimento do Evangelho da Prosperidade muito se parece com a ganância tão destrutiva que infiltrou a igreja primitiva. Paulo e os outros apóstolos não tentaram conciliar sua teologia com a dos falsos mestres que tentaram propagar tal heresia. Eles os identificaram como mestres falsos e perigosos e muito encorajaram os Cristãos a evitá-los.

Paulo advertiu Timóteo sobre: "Contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão." (1 Timóteo 6:5; 9-11)

Paulo disse que avareza é idolatria (Efésios 5:5) e instruiu os crentes de Efésios a evitarem qualquer pessoa que trouxesse uma mensagem de imoralidade ou avareza (Efésios 5:6-7). O ensino de prosperidade impede que Deus trabalhe sozinho, quer dizer, Deus não é o Senhor de tudo porque Ele não pode trabalhar até darmos a Ele a autoridade para assim fazer. Fé, de acordo com a doutrina da Palavra da Fé, não é confiança submissiva a Deus; fé é uma fórmula pela qual manipulamos as leis espirituais, as quais os professores da prosperidade acreditam que governam o universo. Assim como o nome "Palavra da Fé" implica, esse movimento ensina que a fé é só uma questão do que dizemos, mais do que em quem confiamos ou quais verdades adotamos e afirmamos em nossos corações.

Um termo favorito no movimento Palavra da Fé é "confissão positiva". Refere-se ao ensino de que palavras têm poder criativo. O que você diz, assim os mestres da Palavra da Fé afirmam, determina tudo o que acontece com você. Suas confissões, especialmente os favores que você exige de Deus, devem ser afirmados positivamente e sem qualquer dúvida de que vão acontecer. Então Deus tem a responsabilidade de responder a tal pedido (como se o homem pudesse exigir qualquer coisa de Deus!). Portanto, a habilidade de Deus de nos abençoar supostamente depende da nossa fé. Tiago 4:13-16 claramente contradiz esse ensinamento: "Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo. Mas agora vos gloriais em vossas presunções; toda a glória tal como esta é maligna".

Longe de enfatizar a importância de riquezas, a Bíblia nos adverte contra ir atrás de bens. Os crentes, principalmente os líderes da igreja (1 Timóteo 3:3), devem se livrar do amor ao dinheiro (Hebreus 13:5). O amor ao dinheiro leva a várias formas de mal (1 Timóteo 6:10). Jesus advertiu: " Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui" (Lucas 12:15). Em grande contraste à ênfase da Palavra da Fé em ganhar dinheiro e ter muitas posses nessa vida, Jesus disse: "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam" (Mateus 6:19). A contradição irreconciliável entre o ensino do evangelho da prosperidade e o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo é resumido nas palavras de Jesus em Mateus 6:24: "Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro."

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Uma Nova Esperança para a Nação Brasileira.

Ontem,dia 17 de abril,foi aberta na Câmara dos deputados o processo de impeachment contra a Presidente Dilma Rousseff,em virtude do processo por crime de responsabilidade. Já se caminha quase 15 anos de PT no poder,e ao longo de todo este tempo,escândalos,corrupções,mentiras,falsas promessas,crises constantes,piorando cada vez mais,e o pior,achar que o partido está acima de tudo e de todos,não importando o bem ou mal da nação brasileira.Que Deus tenha misericórdia da nação,e que venhamos ter mais mudanças,se referindo à Temer,se referindo também à Eduardo Cunha,se referindo aos corruptos que se beneficiam com essa lama,essa corrupção,para que venhamos ter lá em Brasília,mais pessoas que possam lutar por esta nação,à qual muitos deram suas vidas,e continuam dando pela Pátria.
E pra esta manhã a meditação da Página é esta : O governante sem discernimento aumenta as opressões, mas os que odeiam o ganho desonesto prolongarão o seu governo.
Provérbios 28:16

Deus os Abençoe!
Ótima Semana.

domingo, 3 de abril de 2016

10 verdades que pregamos sobre 10 mentiras que praticamos

  Certo pastor estava buscando levar a igreja à prática da comunhão e da devoção experimentadas pela igreja primitiva (conforme descrita em Atos dos Apóstolos). Logo recebeu um comunicado de seus superiores: “Estamos preocupados com a forma como você vem conduzindo seu trabalho ministerial. Você foi designado para tomar conta dessa igreja e a fez retroceder, pelo menos, uns 40 anos! O quê está acontecendo?”. O pastor respondeu: “40 anos? Pois então lamento muitíssimo! Minha intenção era fazê-la retroceder uns 2.000!”.
Atualmente temos acompanhado um retrocesso da vivência e prática cristãs. Mas, infelizmente, não é um retrocesso como o da introdução acima. Algumas das verdades cristãs têm sido negadas na prática. Como diz Caio Fábio, muitos de nós somos “crentes teóricos, entretanto, ateus práticos”. Segue-se uma pequena lista dos top 10 das verdades que pregamos (na teoria) acerca das mentiras que vivemos (na prática):
I - “SÓ JESUS SALVA” é o que dizemos crer. Mas o que ouvimos dizer é que só é salvo, salvo mesmo, quem é freqüente à igreja, quem dá o dízimo direitinho, quem toma a santa ceia, quem ganha almas para Jesus, quem fala língua estranha, quem tem unção, quem tem poder, quem é batizado, quem se livrou de todo vício, quem está com a vida no altar (seja lá o que isso signifique), quem fez o Encontro, etc e etc. Resumindo: em nosso conceito de salvação, só é salvo aquele que não me escandaliza.
II - “DIANTE DE DEUS, TODOS OS PECADOS SÃO IGUAIS” é o que dizemos crer. Mas, diante da igreja, o único pecado é fazer sexo fora do casamento. Quando um irmão é pego em adultério, é comum ouvirmos o comentário: “O irmão fulano caiu...”. Ou seja, adultério é visto como uma “queda”. Mas a fofoca que leva a notícia do adultério de ouvido a ouvido é permitida (embora, na Bíblia haja mais referências ao mexeriqueiro do que ao adúltero). Estar com o nome ‘sujo’ no SPC é permitido, embora a Bíblia condene o endividamento. Ser glutão é permitido, a ‘panelinha’ é permitida, sonegar imposto de renda é permitido (embora seja mentira e roubo), comprar produto pirata é permitido (embora seja crime) construir igreja em terreno público é permitido (embora seja invasão).
III - “AUTOFLAGELAÇÃO É SACRIFÍCIO DE TOLO”, é o que dizemos crer. Condenamos o sujeito que faz procissão de joelhos, que sobe escadarias para pagar promessas. Ainda assim praticamos um masoquismo espiritual que se expõe em frases do tipo: “Chora que Deus responde”; “a hora em que seu estômago está doendo mais é a hora em que Deus está recebendo seu jejum”; “quando for orar de madrugada, tem que sair da cama quentinha e ir para o chão gelado”; “tem que pagar o preço”.
IV - “ESPÍRITO DE ADIVINHAÇÃO É DIABÓLICO” é o que dizemos crer, mas vivemos praticando isso nas igrejas, dentro dos templos e durante os cultos!
- Olha só a cara do pastor. Deve ter brigado com a esposa.
- A irmã Fulana não tomou a ceia. Deve estar em pecado.
- Olha o irmão no boteco. Deve estar bebendo...
- Olha só o jeito que a irmã ora. É só para se amostrar...
- Olha a irmã lá pegando carona no carro do irmão. Hum, aí tem...
V - “DEUS USA QUEM ELE QUER” é o que dizemos. Mas também dizemos: Deus não pode usar quem está em pecado; Deus não usa ‘vaso sujo’; “Como é que Deus vai usar uma pessoa cheia de maquiagem, parecendo uma prostituta?”.
VI - “DEUS ABOMINA A IDOLATRIA” dizemos. Mas esquecemos que idolatria é tudo o que se torna o objeto principal de nossa preocupação, lealdade, serviço ou prazer. Como renda, bens, futebol, sexo ou qualquer outra coisa. A questão é: quem ou o quê regula o meu comportamento? Deus ou um substituto? Há até muitas esposas, por exemplo, que oram pela conversão do marido ao ponto disso tornoar-se numa obsessão idolátrica: “Tenho que servir bem a Deus, para ele converter meu marido”; “Não posso deixar de ir a igreja senão Deus não salva meu marido”; “Preciso orar pelo meu marido, jejuar pelo meu marido, fazer campanhas pelo meu marido, deixar de pecar pelo meu marido”. Ou seja, a conversão do marido tornou-se o objetivo final e Deus apenas o meio para alcançar esse objetivo. E isso também é idolatria.
VII - A BÍBLIA É A ÚNICA REGRA DE FÉ E PRÁTICA CRISTÃS
...Eu sei que a Bíblia diz, mas o Estatuto da Igreja rege...
... Eu sei que a Bíblia diz, mas nossa denominação não entende assim
... Eu sei que a Bíblia diz, mas a profeta revelou que é assim que tem que ser
... Eu sei que a Bíblia diz, mas o homem de Deus teve um sonho...
...Eu sei que a Bíblia diz, mas isso é coisa do passado...
VIII - DEUS ME DEU ESTA BENÇÃO!
...mas eu paguei o preço.
...mas eu fiz por onde merece-la.
...mas não posso dividir com você porque posso estar interferindo na vontade de Deus. Vai que Ele não quer que você tenha... Se você quiser, pague o preço como eu paguei.
IX - NÃO SE DEVE JULGAR PELAS APARENCIAS. AS APARENCIAS ENGANAM – mas frequentemente nos deixamos levar por elas para emitirmos nossos juízos acerca dos outros. Julgamos pela roupa, pelo corte de cabelo, pelo tamanho da saia, pelo tipo de maquiagem (ou a falta dela), pelo jeito de andar, de falar, pelo aperto de mão, pela procedência. Frequentemente, repito: frequentemente falamos ou ouvimos alguém falar: “Nossa! Como você é diferente do que eu imaginava. Minha primeira impressão era de que você era outro tipo de pessoa”.
X - A SANTIFICAÇÃO É UM PROCESSO DE DENTRO PARA FORA (é o que dizemos) – na prática não basta ser santo, tem que parecer santo. Se a tal ‘santificação’ não se manifestar logo em um comportamento pré-estabelecido, num jeito de falar, andar, vestir e de se comportar é porque o sujeito não se ‘converteu de verdade’.



Fontes: http://www.gostodeler.com.br/materia/11352/10_verdades_que_pregamos_sobre_10_mentiras_que_praticamos.html

quarta-feira, 30 de março de 2016

10 Principais erros de uma pregação Neopentecostal



Antes de qualquer coisa gostaria de afirmar que acredito que boa parte dos pastores neopentecostais  amam a Cristo e desejam de servi-lo com integridade, honestidade e compromisso. Entretanto, em virtude do desconhecimento das Escrituras, além é claro de não terem sido qualificados para a pregação, cometem erros que muitas das vezes contribui com a maculação da mensagem. Nessa perspectiva não são poucas as ocasiões em que os pregadores neopentecostais erram feio passando aos seus ouvintes percepções equivocadas das Escrituras Sagradas.

Isto posto, gostaria de elencar aquilo que considero os 10 principais erros de uma pregação neopentecostal:
 
1-) Alegorização das Escrituras

Uma das principais características do pregador neopentecostal é o uso de alegorias em seus sermões. É comum por exemplo observamos muitos dos pastores neopentecostais dizendo aquilo que as Escrituras não ensinam. Outro dia eu ouvi um "Apóstolo" ensinando que os Jebuseus, heteus e amorreus (Dt 7:01; 20:17; Js 3:10) simbolizam, o diabo, a carne e o mundo. Para o pregador em questão toda vez que a bíblia faz menção aos amorreus, (Marcos 2: 3-12) significa que Deus deseja a morte do "eu". Noutra ocasião soube de um pregador que ensinou que os amigos do paralítico curado por Jesus simbolizavam, amor, compaixão, misericórdia e companheirismo. 
Caro leitor,  por favor pare e pense: não é isso que a Bíblia ensina não é verdade? O pregador poderia até dizer que os amigos do paralítico agiram com amor, compaixão, misericórdia, companheirismo e muito mais. Todavia, afirmar que os quatro representavam isso é demais da conta, não é mesmo? Quanto aos amorreus é uma forçação de barra  descomunal. Dizer que estes simbolizavam a morte do "eu" é demonstrar nenhum conhecimento de hermenêutica e exegese.

Alegorizar as Escrituras é um método de interpretação muito perigoso. O reformador alemão Martinho Lutero foi um grande defensor do método literal, em contraposição ao método alegórico que predominou na idade média.  Lutero dizia:  "As escrituras devem ser mantidas em seu significado mais simples possível e entendidas em seu sentido gramatical e literal, a menos que o contexto claramente o impeça”. João Calvino como Lutero, também rejeitava a interpretação alegórica das Escrituras. O reformador francês ressaltava o método histórico e gramatical, a natureza cristológica, o ministério esclarecedor do Espírito Santo e o correto tratamento das tipologias no Antigo Testamento

2-) Ausência de uma hermenêutica Bíblica

Um dos maiores problemas dos pastores neopentecostais  é a falta do conhecimento das regras da Hermenêutica Bíblica para a pregação da Palavra. Em virtude disso  é extremamente comum ouvirmos absurdos, que, muitas vezes, acabam causando enormes contradições doutrinárias e até mesmo as famosas “heresias de púlpito”. 
A expressão Hermenêutica provém da palavra grega “hermeneutike” que, por sua vez, se deriva do verbo "hermeneuo", significando: a arte de interpretar os livros sagrados e os textos antigos. Segundo a história Platão, foi o primeiro a utilizar essa palavra. A hermenêutica forma parte da Teologia exegética, ou seja, a que trata especificamente da interpretação das Escrituras.
 

À luz desta afirmação gostaria de levá-lo a refletir comigo sobre os princípios hermenêuticos usados por Calvino:

1º - Calvino Renunciou a alegorias  entendendo serem elas armas de deturpação do sentido das Escrituras. 

2º   Calvino costumava enfatizar o sentido literal do texto.

3º   Ele acreditava que o ministro deveria ser inteiramente dependente da operação do Espírito Santo para a correta interpretação da Bíblia.

4º   Ele valorizava o estudo das línguas originais para melhor compreensão do ensino sagrado.

5º   Ele cria numa tipologia equilibrada, evitando impor a textos vetero-testamentários simbolismos que eles não suportam.

6.   E por fim ele acreditava que a melhor forma de se interpretar a Bíblia é a própria Bíblia.

3-) Exagero nas expressões coloquiais e chavões eclesiásticos

Uma das práticas pentecostais mais comuns é uso de chavões. Confesso que ouvir alguns dos nossos pastores pregando é um verdadeiro desafio. Se não bastasse o constante atentado ao vernáculo, suas mensagens estão repletas de expressões e chavões. É comum em meio às pregações ouvirmos: “Este varão é canela de fogo. Aquela irmãzinha que caiu no rétété. Deus desenrolou o mistério pro vaso? Eita manto, né? Não dá mole não que o chicote queima irmão! Ah! graças a Deus que eu conquistei a minha rebeca! Sim, porque jovem solteiro é treva, irmão! Tá amarrado! A abençoada é uma jovem crente! Consegui fugir dessa Jezabel que era laço! Julgo desigual não vale! É benção. Misericórdia! Oh glória! Somos cabeça, não cauda. Determine a benção! Quando eu era do mundo... Queima! Geração apostólica. Amém ou não amém? E diga  para a pessoa que está ao seu lado. Repita comigo!

 Pois é, em pregações deste tipo se gasta muito mais tempo usando os jargões evangélicos do que se proclamando a Palavra de Deus. Na verdade, boa parte dos pastores demonstram ao longo da aplicação da mensagem um completo despreparo teológico, optando assim escancaradamente pelo uso invariável de chavões.

Isto posto, é impossível não nos lembrarmos de homens como o Dr. Martin Lloyd-Jones. Nos cultos que pregava, centenas de pessoas eram atraídas pela pregação expositiva da Palavra de Deus. O doutor, como era chamado, levava muitos meses, até mesmo anos, a expor um capítulo da Bíblia, versículo por versículo. Os seus sermões muitas vezes duravam entre cinquenta minutos e uma hora, atraindo muitos estudantes das universidades e escolas em Londres que encantados ficavam com a pregação do evangelho.

Vale a pena lembrarmos daquilo que o reformador francês João Calvino costumava dizer quanto a Palavra de Deus. “A Escritura é a fonte de toda a sabedoria, e os pastores devem extrair dela tudo aquilo que expõem diante do rebanho” Calvino afirmava que através da exposição da Palavra de Deus, as pessoas são conduzidas a liberdade e a segurança da fé salvadora, dizia também que a verdadeira pregação, tem por objetivo abrir a porta do reino ao ouvinte, isto é, em outras palavras o que ele está a nos dizer, é que as Escrituras Sagradas, devem ser o principal instrumento na condução, consolidação e pastoreamento do povo de Deus.

4-) O uso e a miscigenação de textos bíblicos com textos bíblicos fora de contexto

Essa é uma prática muito comum entre os pregadores neopentecostais. Para fundamentar sua teologia os pastores em questão misturam textos variados usando-os fora de contexto para justificar seus ensinos equivocados. Nessa perspectiva por exemplo é comum o pregador neopentecostal ao ensinar sobre sobre um determinado assunto usar versos isolados das Escrituras, misturando-os segundo seu próprio entendimento, criando assim distorções doutrinárias das mais sérias. O interessante é que dificilmente você encontrará um pregador neopentecostal pregando as Escrituras de forma expositiva, até porque, se pregasse expositivamente ele não teria como sustentar seus ensinamentos.

5-) A forte ênfase na satisfação das necessidades humanas

Uma das principais ênfases da pregação neopentecostal é a satisfação das necessidades humanas. O púlpito neopentecostal não fala do pecado, das consequências dele, da salvação pela graça mediante a fé em Cristo Jesus, bem como das doutrinas fundamentais a fé cristã. Antes pelo contrário, no púlpito neopentecostal não há espaço para as doutrinas da graça, mesmo porque o foco principal do pastor neopentecostal é satisfazer o cliente.  
Caro leitor, se fizermos uma análise dos cultos neopentecostais chegaremos a conclusão que boa parte do tempo da reunião é focado exclusivamente no homem e em suas necessidades. 
6-) Foco constante em autoajuda e no bem estar humano 

Os púlpitos neopentecostais  estão repletos de pregadores que abandonaram a exposição das Escrituras em detrimento a técnicas de autoajuda. Nessa perspectiva é comum encontrarmos nas homilias neopentecostais ênfases quase que exclusivas na satisfação humana, para tanto, tornou-se comum por parte dos pastores neopentecostais o uso de técnicas de psicologia e psicanálise em suas homilias. Pois é, a impressão que tenho é que alguns pregadores em nome da "satisfação humana" abdicaram da mensagem da Cruz tornando-se   mestres de autoajuda, afagadores do ego. 

7-) Ausência das principais doutrinas cristãs como salvação pela graça, perdão de pecados e vida eterna
O pregador neopentecostal não prega sobre as principais doutrinas do Cristianismo. No púlpito neopentecostal não encontramos qualquer tipo de menção a doutrinas como Salvação pela graça, Imputação de pecados, volta de Cristo, destino eterno dos homens, juízo final e muito mais.

8-) Foco em riquezas e prosperidade
 

O pregador neopentecostal não tem outro tipo de pregação a não ser aquela que foque em  prosperidade, riqueza material e sucesso. No púlpito neopentecostal tudo está relacionado ao aqui e agora, e  o foco da mensagem é a satisfação humana. Para o pregador neopentecostal o que mais importa é a bênção de Deus sobre todos aqueles que invocarem poderoso nome do Senhor.

9-) Ausência do Evangelho

No púlpito neopentecostal prega-se tudo menos o evangelho. Nessa perspectiva dificilmente encontramos o pregador pregando sobre pecado, arrependimento, fé e necessidade de salvação. A mensagem do Evangelho para o pregador neopentecostal relaciona-se diretamente as bênçãos de Deus e nunca a necessidade de arrepender-se de salvação e vida eterna. 

10-) A super valorização do poder do diabo

Alguns pregadores neopentecostais enxergam o diabo em tudo. Os pastores em questão construíram em suas mentes a ideia de que a vida é um grande conflito entre forças opostas. 
O Movimento neopentecostal tem contribuído efetivamente com a propagação deste conceito, concedendo a Deus e o diabo; pesos idênticos. Para estes, a vida é uma grande trincheira, onde satanás e o nosso Deus lutam de igual para igual pelas almas da humanidade. Esta afirmação aproxima-se em muito da antiga heresia conhecida como maniqueísmo que ensinava que o universo é dominado por dois princípios antagônicos e irredutíveis: Deus ou o bem absoluto, o Diabo ou o mal absoluto. Infelizmente por considerar o bem e mal, como forças idênticas em peso e poder, os pregadores desta doutrina rejeitam a soberania de Deus sobre o inimigo de nossas almas.
Caro leitor, as Escrituras Sagradas em momento algum nos mostram um mundo dualista onde bem e mal protagonizam batalhas pirotécnicas cujo final é imprevisível. Antes pelo contrário, ainda que a Bíblia nos mostre as ações ardilosas de nosso inimigo, os quais não devem ser desprezadas, ela jamais trata do diabo como alguém que tem poder para se opor a vontade soberana de Deus.
Por favor, pare, pense e responda: Quem está regendo os acontecimentos na terra, Deus ou o diabo? Quem reina majestosamente no céu, Deus ou o diabo? Quem a Bíblia diz que estabelece e destitui reis, conforme a sua soberana vontade?
Ora, a visão de Deus reinando de seu trono é repetida nas Escrituras inúmeras vezes (I Rs 22.19; Is 6.1; Ez 1.26; Dn 7.9; Ap 4.2). Na verdade, os muitos textos bíblicos possuem a função de nos lembrar em termos explícitos, que o SENHOR reina como rei, exercendo o seu domínio sobre grandes e pequenos. O senhorio de Deus é total e nem mesmo o diabo pode deter seu propósito ou frustrar os seus planos.
Os neomaniqueistas sem que percebam rejeitam o governo de Deus na história, fundamentando sua fé em achismos e impressões absolutamente antagônicas ao ensino bíblico. Nas doutrinas neomaniqueistas, Caim virou Vampiro, portais dimensionais se abriram, trazendo a tona lobisomens, dentre outras lendas e superstições absurdas. Além disso, batalhas hercúleas são travadas a cada dia no mundo espiritual por Deus e o diabo, demonstrando assim o “quão forte e poderoso é o inimigo de nossas almas”.
Caro leitor, Jesus Cristo é o libertador e rei triunfante, é o autor e consumador de nossa fé, o Senhor da gloria. Sobre ele satanás não teve controle, nem tampouco poder. Através da morte na cruz , Cristo quebrou as forças opressoras do diabo, transportando-nos graciosamente para o Reino de Deus Pai. A guerra já foi vencida! Louvado seja o seu santo nome por isso! Satanás não tem poder sobre os eleitos de Deus! Somos de Cristo, e com Cristo viveremos por toda eternidade!

sexta-feira, 4 de março de 2016

É verdade que uma vez salvo, salvo para sempre?


"Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda . . . Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam" (João 15:1-2, 6). Neste contexto, Jesus claramente identifica os discípulos como os ramos da videira. Os cristãos que não produzem fruto (isto é, não servem Deus fielmente) serão cortados e queimados.
"Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior que o primeiro. Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, voltarem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado" (2 Pedro 2:20-21). Seria difícil imaginar uma afirmação mais clara da possibilidade de uma pessoa cair e de perder a sua salvação. Pedro comparou o servo de Deus que desvia com um cão que retorna para comer seu próprio vômito e ao porco lavado que retorna para rolar no lamaçal.
Se fosse impossível perder-se depois de ter sido salvo, então todas as advertências da Bíblia sobre a possibilidade de se perder a própria salvação seriam desnecessárias. De fato, não haveria necessidade de se preocupar com a tentação, resistir ao diabo ou estar vigilante para o retorno do Senhor. Deus não desperdiça palavras; quando adverte, é porque o perigo é real.
"Porque nos temos tornado participantes de Cristo, se, de fato, guardarmos firme, até ao fim, a confiança que, desde o princípio tivemos" (Hebreus 3:14). A salvação é condicionada. Para ser salvo, em primeiro lugar, precisa-se crer e obedecer. Para permanecer-se num estado de salvação, precisa-se continuar a crer e a obedecer. Aqueles que voltam para trás estarão perdidos (Hebreus 10:26-31).


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O Perigo de não conhecer as Escrituras

Em Mateus 22:29, o Senhor Jesus menciona que os Saduceus (um grupo nos tempos de Jesus,que afirmavam que não havia ressureição) erraram na declaração deles, pois ´´não conhecia as Escrituras,nem o Poder de Deus``.
Este é um grande ponto em que devemos entender o motivo de Jesus ter afirmado esta posição aos Saduceus.

1º Ponto: A Intenção deles era com a preocupação terrena pessoal.
Mateus 22:23 menciona que eles diziam não haver  ressureição,portanto,claramente,o assunto perguntado ao Senhor Jesus,não tinha caráter espirtual mas ainda terreno,ainda que mencionado a ressureição por eles,não tinham  como objetivo conhecer o Poder de Deus.

2ºPonto: Uso da Lei Moisés de forma incorreta.
Moisés mencionou sobre a Lei de suscitar descendência (Deuteronômio 22:5).O perigo estava na forma como foi colocado a Jesus,a mistura de uma siutação terrena com a espiritual.Carne e sangue não pode herdar o Reino dos Céus (1 Coríntios 15:50),Assuntos espirituais não se misturam com assuntos terrenos.Esse é um grande erro.

3º Ponto: Conhecendo as Escrituras e o Poder de Deus.
O Senhor Jesus menciona claramente que eles erram por não conhecerem 2 prioridades importantes em nossas vidas. As Escrituras e o Poder de Deus. A meditação na Palavra de Deus é de prioridade fundamental em nossas vidas. Por ela,se conhece o Poder de Deus,de forma clara,transparente,limpa,pura e Santa.

Que possamos estar sempre buscando conhecer as Escrituas e o Poder de Deus para que não entremos no caminho do erro.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Não Sigam Outro Evangelho

                                                                                
              

 O Perigo de falsas doutrinas

Não sigam outro evangelho (1:1-9). Paulo começa a sua carta às igrejas da Galácia abordando a questão de autoridade. Sua própria autoridade como apóstolo veio diretamente de Jesus (1:1). A autoridade de Jesus era a autoridade de Deus, que foi pro-vada na ressurreição (1:1; veja Mateus 28:18 e Atos 17:30-31). O evangelho que Paulo pregou falou sobre a graça de Cristo, que se entregou pelos nossos pecados “para nos desarraigar deste mundo perverso” (1:4).

Contudo, alguns perturbavam os gálatas, pregando “outro evangelho” (1:6). De fato, não existe outro evangelho, mas estes estavam pervertendo “o evangelho de Cristo” (1:7). Perverter o evangelho quer dizer acrescentar (ou diminuir) sem a autori-dade de Cristo. Paulo disse que qualquer pessoa que “vos pregue evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema” — mesmo se for um apóstolo ou um anjo do céu (1:8-9)! “Anátema” quer dizer “separado para ser destruído”. Qualquer pessoa que não ensina o evangelho que Cristo entregou não tem a autoridade de Cristo e será destruída (veja 2 João 9).

A fonte do evangelho (1:10-24). Paulo afirmou enfaticamente que o evangelho que ele ensinava não veio do homem. Primeiro, se viesse dos homens, seria mais agradável a eles. Mas, Paulo está sendo perseguido por seu evangelho, até pelos próprios gálatas! (Veja 4:16 e 5:11). Está sendo perseguido porque ele procura agradar a Cristo, não ao homem (1:10; veja Mateus 6:24).

Quando Paulo recebeu o evangelho de Cristo (1:11-12), ele não foi para Jerusalém para ser instruído pelos outros apóstolos. Antes, ele foi diretamente para Arábia e Damasco, pregando o evangelho que tinha recebido (1:15-17; veja Atos 9:1-22). Três anos passaram antes de Paulo encontrar os apóstolos em Jerusalém (1:18). Os irmãos na Judéia não o conheciam, mas apenas ouviram que ele estava pregando a mesma fé que anteriormente tentava destruir (1:22-23). O ponto dele é este: sem conhecer os outros, como ele poderia ter recebido o evangelho deles?

Paulo perante os falsos mestres (2:1-10). Quando Paulo voltou a Jerusalém 14 anos mais tarde, ele comunicou aos líderes da igreja o evangelho que ele havia pregado entre os gentios (2:1-2). Ele viajava com um gentio chamado Tito. Alguns “falsos irmãos” tentaram convencê-lo a ser circuncidado. Mas Paulo não se submeteu a eles por “nem uma hora” quando queriam avançar seu acréscimo (e perversão) do evangelho, “para que a verdade do evangelho permanecesse” (2:3-5).

Quando Tiago, Cefas e João viram que Deus estava trabalhando em Paulo como também trabalhava em Pedro, eles lhe ofereceram “a destra de comunhão”, aceitando-o porque Deus o havia aceitado (2:6-9). Eles reconheceram que a sua glória era de Cristo, e eles não pediram que ele mudasse algum ensinamento. Pediram apenas que ele lembrasse dos pobres, como já o fazia (2:10).

Perguntas para mais estudo:
   

Esta carta foi escrita a pessoas que já tinham recebido o evangelho verdadeiro no primeiro século d.C. (1:9). O que ela ensina sobre “novas revelações” depois do primeiro século (incluindo hoje), mesmo por profetas, apóstolos ou anjos? (1:8-9).
   

Qual é a fonte certa do evangelho? (1:11-12; veja Efésios 3:3-4).
   
O que Paulo fez quando alguns tentaram pregar um evangelho pervertido? (2:4-5). O que devemos fazer na mesma situação?

sábado, 17 de outubro de 2015

O Valor do Evangelho nos Dias atuais

Nos últimos dias,podemos até nos tratar dos dias atualmente,vemos um enorme problema  na igreja atual,e quando menciono a igreja atual,trato da igreja  do Deus Vivo,à qual Cristo é a coluna e firmeza da verdade ( 1 Timóteo 3 :15 ).
Vemos uma massa imensa de cristãos,incrédulos,céticos,fracos espiritualmente,fracos no conhecimento bíblico,escriturístico.
 Se nós fôssemos ver,há mais ou menos,20,30 anos atrás,o Evangelho por sobremaneira,tinha um avanço significativo no Brasil,mas você pode até perguntar: por que tinha? Não está crescendo o Evangelho atualmente ?
Se nós pegarmos como base o livro de Atos , histórias de Jonathan Edwards,George Whitfield, Jonh Wesley e tantos outros, o Evangelho quando pregado,ele interferia na sociedade,de maneira brutamente positiva,tanto em vida espiritual como na vida social de uma nação.
O que vemos hoje atualmente em muitas congregações são bodes sendo pastoreados por  lobos.
Vemos uma gama de impiedade sem igual, ceticismo,interesses de poder, interesses financeiros,e até mesmo políticos dentro do corpo de Cristo. E até mesmo,em nossa nação,por uma base amplamente ímpia,em muitas áreas,não podemos também generalizar, colhemos as consequências de um país,inconstante,frágil,e sem firmeza alguma, especialmente vindo dos ´´Senhores do Poder``.
E o que levou a igreja, aos crentes,as nações inteiras,ficarem na situação em que se encontra? instável,débil e inconstante ? a resposta está muito mais que clara : O abandono das escrituras.
O abandono das escrituras,da Palavra de Deus, de modo significativo,levou e continua levando,muitos à apostasia, e a pior perda na vida de um ser humano, de pessoas, de nações que pode acontecer : O afastamento entre Deus e o seu povo.
Isto sem dúvida alguma, leva à abrir brechas para o inimigo,esfriar a fé, aumentar a iniquidade,colocar dúvidas nas pessoas sobre sua fé e salvação em Cristo Jesus.
Não podemos aceitar ,não podemos recuar ,não podemos ficar parados, pois neste momento,seitas e heresias continuam e aumentam de forma absurda para tentar seguir com o plano de Satanás,de matar, roubar e destruir ( João 10:10a ).

Mas a Palavra de Deus, nos diz assim : Santifica-os na verdade,a tua Palavra é a Verdade ( João 17:17 )
Só a escritura,somente a escritura, é o nosso modelo de vida,de pensar,de agir,de transformar vidas,povos,nações,pois é ela quem testifica de Jesus Cristo ( João 5 :39 ) .
 Que possamos entender o Valor e a Importância do Evangelho,pois é o brado de vitória sobre o pecado,e a derrota do nosso inimigo.
Que a tua vida não seja como antes,que a sua oração não seja como antes,que o seu falar,agir, o estudo bíblico não seja como antes, que o seu foco em Cristo não seja como antes,pois Somente a Pura,Santa e Inerrante Palavra de Deus,pode mudar por completo,vidas,povos e nações pois dela testifica o nosso Pilar Principal,o Nosso Fundamento que é Cristo Jesus ( 1 Coríntios 3 : 11 ).

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O purgatório existe?

 
 O purgatório, segundo a doutrina da Igreja Católica Romana, é o estado no qual os fiéis são purificados depois da morte, antes de entrar no céu. Desde que a nossa preocupação é com a doutrina bíblica, observamos que a palavra "purgatório" não se encontra nas Escrituras.
De onde vem, então, essa doutrina? Segundo o Catecismo Católico de John A. Hardon, S.J., a declaração formal da doutrina de purgatório foi feita em 1274, mais de 12 séculos depois da morte de Jesus! Uma vez que a doutrina se tornou oficial, foi necessário procurar algum apoio teológico. Hardon cita três trechos bíblicos para defender a idéia de purgatório. Vamos examinar cada citação:

1. 2 Macabeus 12:41-45. Esse trecho descreve os atos de Judas Macabeus depois de uma batalha contra Górgias. Judas e seus homens oraram pelo pecado dos mortos e mandaram que fosse oferecido um sacrifício por eles em Jerusalém. Há dois problemas com o uso desse trecho: (a) 2 Macabeus é um dos livros contidos na Bíblia Católica mas rejeitados na maioria de outras bíblias. (b) O pecado citado no trecho (veja 2 Macabeus 12:40) foi idolatria, considerado o motivo da morte deles. Para usar este trecho para apoiar a doutrina de purgatório seria necessário afirmar que esses homens que alegamente morreram por causa da idolatria não morreram na prática de pecado mortal, pois a Igreja Católica ensina que tais pessoas não teriam acesso ao purgatório.
2. Mateus 12:32 diz que a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada, nem neste mundo, nem no mundo que há de vir. Hardon conclui, sem prova nenhuma, que esse versículo sugere que outros pecados serão perdoados após a morte.
3. 1 Coríntios 3:13,15 fala de julgamento através de fogo. O fogo serve para provar o valor das obras de cada um. O trecho nada diz sobre um lugar de purificação após a morte.
A Bíblia claramente afirma que o julgamento vem depois da morte (Hebreus 9:27), no qual seremos julgados pelos atos feitos por meio do corpo (2 Coríntios 5:10). Jesus ensinou que é impossível ao ímpio escapar dos tormentos para entrar no conforto dos fiéis (Lucas 16:25-26).
Devemos nos preparar para o julgamento agora, pois a Bíblia não fala de segundas chances após a morte.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

O ´´Movimento Gospel`` do outro lado

O movimento gospel nos últimos anos tem gerado muitos assuntos e principalmente muitas discordâncias e polêmicas ao longo do tempo.
Seja com relação aos louvores,aos cantores ou aos shows,neste artigo iremos abordar em 5 partes o que tem acontecido no movimento gospel,e que este artigo,amado leitor(a) possa ser útil no crescimento espiritual e na importância do Evangelho.

 1.O Abandono das Escrituras: O maior erro na vida de um cristão,e com certeza,a abertura de brechas em diversas áreas de sua vida.Não ter a Palavra de Deus como a única base de fé,não meditá-la, e deixá-la de lado tem sido se não o maior,um dos maiores problemas no meio evangélico,e por consequência disto,heresias,falsos ensinos,falsos profetas,louvores sem sentido bíblico,tem se levantado,e gerado grandes problemas na Igreja de Cristo.

2.Shows Gospel : Aqui há um grande problema,e deste,surgido vários.
De algum tempo para atualmente,muitas pessoas tem mantido seu foco em shows,eventos,que tem os cantores no palco como pequenos ídolos ou pequenos deuses,que fazem disto,um reboliço no meio cristão,com louvores,muitas das vezes,voltado para o eu (Antropocentrismo)e não com o foco no Senhor
Até mesmo,colocando eles,acima do bem e do mal,acima de tudo,até mesmo da Palavra de Deus

3.Heresias:A Palavra de Deus nos fala que devemos provar se os espíritos são de Deus (1 João 4:1 ). O Sentido no textos se deve aos falsos mestres e ensinos,e podemos ver se realmente vem de Deus a mensagem ou se vem de engano. Há pouco tempo vi um trecho da mensagem de um ´´certo`` pastor que disse que Jesus, já com seus 12 anos,juntava o dinheiro e comprou uma casa na beira da praia,e que não trabalhava na carpintaria,mas tocava na madeira que transformava naquilo que as pessoas pediam,o problema é encontrar isso na bíblia.Devemos observar o conselho do Apóstolo Paulo: Examinai tudo.Retende o bem (1Ts 5:21).

4.Louvores: Sejam os teus estatutos,os meus louvores ( Salmos 119:54 ). Todo o louvor,toda honra,e toda glória seja dada ao Senhor,somente dele,por ele,e para ele.Não temos porque ficar cantando canções que falam da necessidade humana, das paixões humanas,do sentido humano.60,quase 70% dos louvores do livro de Salmos contèm os atributos de Deus.A pergunta é: O que devemos cantar? Cantar a Palavra de Deus,cantar as escrituras,os atributos de Deus, o único foco da nossa Palavra,Louvor e Adoração é,foi e sempre será Deus,somente Deus.

5.Profecias,objetos estranhos:Cresceu nos últimos anos,a procura por profecias,realizções humanas e por objetos estranhos,tais como: objetos ungidos, foco em interesses,campanhas.
Claro que receber profecia,vinda do Senhor,sustento para a obra de Deus,e busca por uma resposta do Senhor,como cura,ou uma porta de emprego,não é errado,mas sim,tratar como barganha,como mordomo.Isto sim,é um ato de desrespeito contra Deus,falta de vida espiritual com Deus,e principalmente,mesmo despercebido,falta de confiança em Deus pela sua palavra ( Ef 3:20 , 1Pe 5:7 , Mt 6:33 ).

Para encerrar este artigo,deixo dois versículos que podem exemplificar o artigo mostrado :

Apocalipse 3:20:Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo.

João 17:17: Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.

Se deixar que o Senhor entre em sua vida,e se buscar em sua Palavra a verdade,o Espírito Santo irá te guiar corretamente,tenha plena certeza disto !

Por: Leonardo Morais