domingo, 14 de outubro de 2018

Moisés - A vida e o ministério de um valoroso homem de Deus




de Leonardo Pereira



O Comentário Bíblico Mensal deste mês nos traz um estudo acerca da vida e do ministério de Moisés, um dos homens mais sábios, experientes e maduros na fé e no conhecimento da Lei do Senhor, logicamente ficando atrás de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Com isso, temos a oportunidade e a grata satisfação de podermos conhecer um pouco mais acerca do grande legislador, líder e organizador da nação de Israel, que outrora, vinha sendo fortemente afligida e afrontada no Egito pelo jugo pesado de Faraó e de seus súditos.

Assim como as Escrituras nos revelam, Moisés entrou no tempo certo da história, contudo, em um momento bastante conturbado e crítico para a segurança de sua vida. Não fora o Senhor Deus sabiamente ter fortalecido a fé dos pais de Moisés e ter sustentado a sua vida durante aquele aterrador período de morte e perseguição infantil hebréia no Egito, a história do pequeno hebreu haveria de infelizmente, ter sido tragado no rio Nilo por crocodilos ou pelos próprios cidadãos egípcios devido a lei satânica usada por Faraó, de tentar matar os pequenos hebreus, com o intuito de preservar a sustentabilidade de seu reinado (Êx 2.1-10), como Herodes intentou fazer séculos mais a frente com o pequeno Jesus (cf. Mt 2.13-23). Graças a intervenção divina em manter a vida do pequeno hebreu a salvo, Moisés viria a ser futuramente um dos maiores líderes não somente da nação de Israel, como também de toda a história, sendo uma grande referência e exmplo para muitos líderes de diversas vertentes através dos tempos.

Em muitos momentos das Escrituras Sagradas, especialmente no Pentateuco (os cinco primeiros livros da Bíblia Sagrada), Moisés nos mostra momentos diversificados, desde desafios em sua vida interna (com a família) e externa (com líderes de outras tribos), até em momentos de provações de sua fé com Deus e de sua lealdade para com Israel o levando a altos níveis de crescimento moral e espiritual com Deus de forma grandiosa e estupenda. Logicamente, jamais poderíamos comparar Moisés com Cristo, a estatura de varão perfeito, como Cristo o foi e sempre será. Moisés não foi perfeito. Houve falhas em sua vida em diversos momentos como as Escrituras nos mostram e não escondem jamais. No entanto, os erros e acertos de sua vida estão para que nos sirvam de instruções sobre como devemos proceder nesta vida rumo à Jerusalém Celeste. Nas palavras do Apóstolo Paulo: "Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra" (2 Tm 3.16,17). Assim, a vida de Moisés como um todo, nos serve de base para compreendermos mais a nossa relação com Deus, nos mantendo perseverantes na caminhada cristã e como devemos nos firmar no Senhor em meio a um presente mundo que tenta de todas as maneiras nos afastar da verdade revelada em Deus. Como diz o próprio Moisés à Israel: "Porém vós, que vos achegastes ao Senhor vosso Deus, hoje todos estais vivos. Vedes aqui vos tenho ensinado estatutos e juízos, como me mandou o Senhor meu Deus; para que assim façais no meio da terra a qual ides a herdar. Guardai-os pois, e cumpri-os, porque isso será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos, que ouvirão todos estes estatutos, e dirão: Este grande povo é nação sábia e entendida" (Dt 4.4-6).

Estudar acerca da vida e da obra de Moisés é fazermos uma viagem no túnel do tempo e acompanharmos a vida de um dos homens mais valorosos e importantes tanto para a nação de Israel, como a para a Igreja de Jesus Cristo. A sua imensa contribuição o coloca com muitas honras na Galeria dos Heróis da Fé e tão somente, seus escritos inspirados pelo Espírito Santo (Jo 5.46; Rm 15.4; 2 Pe 1.21) nos abençoam e contribuem imensamente para o crescimento moral, ético e espiritual de nossas vidas, no relacionamento com o Senhor da Glória (Dt 6.15-18).

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Comentário Bíblico Mensal: Outubro/2018 - Capítulo 2 - O Nascimento de Moisés




Comentarista: Walter Menezes



Texto Bíblico Base Semanal: Êxodo 2.1-10

1. E foi um homem da casa de Levi e casou com uma filha de Levi.
2. E a mulher concebeu e deu à luz um filho; e, vendo que ele era formoso, escondeu-o três meses.
3. Não podendo, porém, mais escondê-lo, tomou uma arca de juncos, e a revestiu com barro e betume; e, pondo nela o menino, a pôs nos juncos à margem do rio.
4. E sua irmã postou-se de longe, para saber o que lhe havia de acontecer.
5. E a filha de Faraó desceu a lavar-se no rio, e as suas donzelas passeavam, pela margem do rio; e ela viu a arca no meio dos juncos, e enviou a sua criada, que a tomou.
6. E abrindo-a, viu ao menino e eis que o menino chorava; e moveu-se de compaixão dele, e disse: Dos meninos dos hebreus é este.
7. Então disse sua irmã à filha de Faraó: Irei chamar uma ama das hebréias, que crie este menino para ti?
8. E a filha de Faraó disse-lhe: Vai. Foi, pois, a moça, e chamou a mãe do menino.
9. Então lhe disse a filha de Faraó: Leva este menino, e cria-mo; eu te darei teu salário. E a mulher tomou o menino, e criou-o.
10. E, quando o menino já era grande, ela o trouxe à filha de Faraó, a qual o adotou; e chamou-lhe Moisés, e disse: Porque das águas o tenho tirado.

Momento Interação

Em nossas vidas há momentos de alegria, há momentos de tristeza, momentos de sorrirmos e momentos de chorarmos. O nascimento de Moisés foi um momento muito conturbado devido a maldade egípcia desde o rei até os soldados com o objetivo de matarem as crianças, no caso da época, meninos de dois anos para baixo. A maldade humana está presente ainda hoje, com aprovação de leis e atitudes de grandes líderes mundiais e nacionais, que visam acabar com as famílias e com as crianças. Que o estudo desta semana acerca do nascimento de Moisés, possa nos trazer valores para defender as nossas famílias e as nossas crianças das mãos do império de Satanás. Bons Estudos! 

Introdução

Pressionados pela possibilidade de perder um filho querido! Ameaça para as suas vidas! A injustiça e a discriminação! A pobreza extrema e o trabalho duro! Estes eram os grandes desafios que a família de Moisés estava enfrentando. Eles encontraram a resposta através do cesto. O cesto guiado pela mão de Deus, o cesto da intervenção divina.

I. O Perigo no Egito

O novo governante subiu ao poder e este via Israel com suspeita e temor. Toda memória e apreciação que havia por José já se havia perdido. O imenso número de israelitas que permaneciam segregados do resto dos Egípcios eram vistos como possibilidades a serem temidas. Isto culminou em três tentativas de destruição de Israel como um povo. Nisto nós vemos uma antiga inimizade, citada em Gênesis 3.15, tomando maiores proporções enquanto as nações se confrontam. Satanás tem sempre tentado a destruir o povo de Deus e o Filho de Deus. A primeira tentativa de destruir Israel é mencionada no versículo 11. O rei tentou arruiná-los através do trabalho duro e árduo. O povo que havia sido convidado a entrar no Egito como hóspede de honra, agora era tratado como escravo.
Na segunda tentativa de destruir Israel, Faraó pediu as parteiras para que matassem os recém-nascidos. Nós não acreditaríamos nisso se não pudéssemos ver em nossos dias a indústria do aborto. Satanás é um assassino e deleita-se em destruir a vida humana (Jo 8.44). Como já foi anteriormente mencionado, ele está pessoalmente interessado em destruir a linhagem de Cristo (Gn 3.15). Pense como Herodes matou os meninos em Belém enquanto tentava destruir a Cristo. Tanto nesta ocasião, quanto em Êxodo, era satanás quem conduzia estes governantes a agirem desta maneira.

Ninguém pode impedir os planos de Deus (Sl 33.10-11, Êx 9.16, Dn 4.35). Os homens maus se tornam instrumentos em Seus planos. Deus fez com que o nascimento das crianças se tornasse mais fácil para as mulheres judias e assim venceu a ira de satanás. O Senhor nos protege hoje, e vigiará por Seu povo em todas as épocas (Ap 12.1-17).

II. A Fé de Joquebede

Ao lermos esta passagem de Êxodo 2.1-10, vemos que as circunstancias não eram de todo favoráveis a Joquebede e o seu marido Anrão pouco ou nada podia fazer para ajudar, ela não desanimou. Era uma mulher temente a Deus, sabemos que os sacerdotes eram eleitos da tribo à qual ela pertencia. Mas sobretudo ela olhou o seu filho e a Bíblia diz que ela o “achou formoso”. Que mãe não acha o seu filho formoso? No entanto, há que reconhecer que esta palavra revela que era uma criança bela, forte e prendeu o coração da mãe.

A mãe de Moisés o escondeu até os três meses de idade porque não quis que ele fosse morto pelos egípcios. Mas, visto que Moisés podia ser achado, ela fez o seguinte para salvá-lo. Pegou um cesto e o preparou para entrar na água. A irmã de Moisés, Miriã, ficou vigiando por perto. Fazendo isso, ela cumpria à risca a ordem do Faraó, pois estava de fato jogando o menino no Nilo, mas por outro lado dava uma chance de sobrevivência ao filho, chance que não teria se fosse encontrado pelos soldados.

Ninguém tem dúvidas que Joquebede teria protegido o seu filho de qualquer maneira. Sabe-se que as mães dedicam mais carinho a filhos débeis e doentes. No entanto estes esforços para proteger a vida de Moisés são elogiados em Hebreus 11.28 como sendo um acto de fé. Isto compreende que Deus o tinha destinado para um papel importante e que, por isso, interviria para preservar-lhe a vida.

III. A Filha de Faraó cuida de Moisés

Numa atitude desesperada, Faraó manda que os Israelitas destruam seus próprios filhos ao nascerem. Novamente nós vemos a tolice de tentar lutar contra Deus. Como o próximo capítulo revela, Faraó só obtém sucesso em criar o libertador de Israel em sua própria casa. Deus faz com que a ira do homem se torne um meio de exaltar a Sua própria glória (Sl 76.10). A filha de Faraó desceu ao rio Nilo para tomar banho. De repente, viu o cesto. Chamou uma das suas servas: ‘Vai buscar aquele cesto.’ Quando a princesa abriu o cesto, viu um belo menino. O pequeno Moisés estava chorando, e a princesa teve pena dele. Não quis que ele fosse morto. 

As princesas egípcias, segundo entendem os estudiosos, não teriam por hábito descer ao rio Nilo para se banhar, pois tinham seus próprios banheiros privativos. Esta deve ter sido uma ocasião excepcional, totalmente imprevista por Joquebede. Mas atrás de tudo isto vemos a mão de Deus, que usou o ato de fé desta mãe hebreia para colocar o seu filho no palácio do faraó. A irmã de Moisés, Miriã, estava à margem do rio observando tudo e ofereceu à filha do Faraó uma mulher Hebreia para amamentar a criança. Depois de Miriam ter sido fiel à sua tarefa, chegaram aos ouvidos da mãe cujo coração devia estar a pulsar acelerado num misto de esperança e temor, as boas-novas: “Leva este menino, e cria-mo, eu te darei o teu salário (Êx 2.9). A filha do Faraó o adotou e levou para a Corte, educando-o como o Príncipe do Egito. Ao abrir o cesto e ver a criança chorando, seu coração moveu-se de profunda compaixão, e embora não tivesse filhos, logo pensou na angústia da mãe hebréia que para salvar seu filho do decreto do Faraó o lançou ao rio.O menino foi adotado pela princesa que sem saber contratou Joquebede, a mãe verdadeira de do bebê para amamentá-lo e educá-lo. De acordo com historiadores, com a idade de 12 anos o menino foi levado ao palácio e passou a ser reconhecido oficialmente como filho da filha de Faraó, então recebeu o nome de Moisés.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Comentário Bíblico Mensal: Outubro/2018 - Capítulo 1 - Moisés – Um Profeta Direcionado por Deus




Comentarista: Walter Menezes



Texto Bíblico Base Semanal: Hebreus 11.24-29

24. Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó,
25. Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado;
26. Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa.
27. Pela fé deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível.
28. Pela fé celebrou a páscoa e a aspersão do sangue, para que o destruidor dos primogênitos lhes não tocasse.
29. Pela fé passaram o Mar Vermelho, como por terra seca; o que intentando os egípcios, se afogaram.

Momento Interação

Pela graça do Senhor Jesus estamos iniciando o Comentário Bíblico Mensal de Outubro de 2018. Estudaremos acerca do maior profeta e legislador que este mundo presenciou: Moisés. É uma oportunidade para que todos nós possamos entender e compreender a sua vida e sua caminhada com o Senhor. O comentarista deste mês é o pastor Walter Menezes. Teólogo, escritor e professor de Antigo Testamento. Neste mês roguemos ao Senhor que o exemplo deste grande homem de Deus que representa a Lei, possa nos legar valores e lições para toda nossa vida. Bons Estudos!

Introdução

Deus escolheu Moisés para conduzir seu povo à Terra Prometida. Esta missão não seria possível se o Eterno não lhe moldasse o caráter, mediante o exercício da paciência (At 7.30). Por quarenta anos, Moisés viveu como um príncipe no Egito recebendo instrução e preparo na arte de liderar (At 7.22). Todavia, a humildade, tão urgente à sua grandiosa incumbência, só viria após quarenta anos de exílio em Midiã. Período igual de peregrinação no deserto ainda seria necessário para que Deus completasse a obra em sua vida.

Deus tinha planos para Moisés bem antes que ele nasceu. Isso pode ser facilmente visto por meio das coisas que Deus fez em seu nascimento para preservar sua vida, assim como tê-lo criado como neto do Faraó e herdeiro do trono do Egito. Moisés é considerado o principal personagem bíblico do Antigo Testamento. Ele foi o legislador por meio do qual Deus constituiu os hebreus como nação, e os conduziu até os limites da Terra Prometida. Moisés é reconhecido como o autor dos cinco primeiros livros da Bíblia.

I. Quem foi Moisés

Moisés era descendente da tribo de Levi, do clã de Coate. Alguns estudiosos defendem que ele era filho de Joquebede e Anrão. Outros acreditam que ele foi apenas um descendente desse casal, ou seja, um filho da casa de Anrão. De qualquer forma, o nome dos pais de Moisés não aparece no texto bíblico que descreve a história de seu nascimento e infância, embora creia ser verdadeiramente os pais de Moisés (Êx 2; 6.20; Nm 26.59). O significado do nome “Moisés” é incerto, pois não se sabe com exatidão sua origem. Alguns acreditam que esse nome seja de origem semita, no hebraico Mosheh, que significa “tirado para fora” (cf. Êx 2.10). Outros entendem que esse nome seja de origem egípcia, talvez derivado de Mose, que significa “é nascido”. Toda essa discussão acontece porque também não se sabe ao certo quem deu esse nome ao menino. Provavelmente foi a princesa egípcia quem lhe deu o nome de Moisés. Porém existe alguma possibilidade de sua própria mãe, que serviu como sua ama, ter lhe dado esse nome (Êx 2.10).

II. Moisés: Um Grande Profeta

Foi enquanto estava sendo pastor de ovelhas que Deus se revelou a Moisés e o convocou para liderar o povo de Israel em sua libertação do Egito. Ele estava cuidando do rebanho no deserto quando viu uma sarça ardente. Entenda o significado da sarça ardente. Através daquele evento miraculoso, Moisés conheceu o Deus santo e vivo. Ele mostrou-se um tanto quanto relutante a retornar ao Egito. Porém ele recebeu de Deus a garantia de sua presença como sinal de que ele havia sido enviado pelo Todo-Poderoso, cujo nome é: “Eu sou o que Sou” (Êx 3.13-15). Moisés também alegou não ser eloquente ao falar. Por isso Deus permitiu que Arão, seu irmão, servisse como seu porta-voz, declarando a mensagem dada pelo Senhor a ele (Êx 4.14-16). Depois de ter passado quarenta anos cuidando de ovelhas no deserto, Moisés retornou ao Egito para confrontar Faraó e pedir a liberação do povo hebreu. Naquela ocasião ele já estava com oitenta anos de idade. Faraó se opôs ao seu pedido e desprezou o Deus de Israel.

Tudo aconteceu conforme o plano soberano de Deus. Muitos anos antes, o Senhor havia prometido ao patriarca Abraão que julgaria a nação que haveria de dominar e oprimir o seu povo (Gn 15.13,14). Deus então demonstrou, através de Moisés e Arão, sinais de seu poder, tanto aos egípcios quando os hebreus. Deus enviou uma série de dez pragas que significavam o juízo divino sendo derramado sobre a nação do Egito, seu rei e seus deuses.

III. Moisés: Um Grande Líder do Povo de Israel

Moisés foi o grande líder de Israel, que libertou seu povo da escravidão do Egito. Moisés recebeu os Dez Mandamentos de Deus e que preparou os hebreus para a conquista de Canaã. Moisés levou o povo até o monte Sinai, onde recebeu os Dez Mandamentos e todas as leis para governar o povo de Deus. Mas os israelitas se rebelaram e adoraram um bezerro de ouro. Deus puniu o povo mas Moisés intercedeu por eles e Deus não os destruiu totalmente.

Algum tempo depois, chegaram à fronteira da terra prometida. Mas o povo ficou com medo dos habitantes e se recusou a entrar. Então Deus declarou que iriam passar 40 anos no deserto, até que toda a geração rebelde tivesse morrido (Nm 14.32-34). Durante 40 anos, Moisés liderou os hebreus no deserto. O povo era ingrato e várias vezes se rebelou contra Moisés e contra Deus. Moisés era um homem muito paciente mas ele ficava frustrado com a falta de fé do povo diante de tantos milagres (Nm 12.3). No fim de sua vida, Moisés levou o povo novamente até a fronteira da terra prometida. A nova geração não era rebelde e estava pronta para a conquista. Do monte Nebo, Moisés viu a terra prometida e depois morreu. Moisés é lembrado como um grande herói, que foi fiel a Deus e, por isso, viu grandes milagres (Dt 34.10-12).

Sem dúvida, Moisés foi um profeta que realizou “feitos grandiosos” (Dt 34.10-12). Ele permitiu que Deus o usasse de modo poderoso. Mas Moisés era um homem comum. Assim como outros profetas, ele tinha “sentimentos iguais aos nossos” (Tg 5.17). Moisés passou por muitos dos problemas que nós passamos hoje e conseguiu vencê-los.