quarta-feira, 31 de maio de 2017

Comentário Bíblico Mensal: Maio/2017 - Capítulo 5: Daniel na Cova dos Leões



Introdução

Prezado amante da Palavra de Deus. Estamos concluindo o comentário bíblico do mês de Maio. Aprendemos muito até aqui com o tema de Daniel. E você? Que lições e exemplos de Daniel e seus amigos você adquiriu ou está adquirindo ao longo deste mês? Nosso último estudo fala exatamente sobre isso: Daniel na cova dos leões. Que o Senhor Deus os abençoe e até o próximo comentário bíblico.

I. A Inveja dos Príncipes e Presidentes

Daniel era daqueles que sobrepujava a todos os demais em sabedoria, conhecimento, inteligência, empatia, simpatia, eficiência, eficácia, produtividade, organização, administração, honestidade, capacidades de interpretações de sonhos e resoluções de mistérios porque nele, diz a Bíblia, havia um espírito excelente (Dn 6.3).  Daniel, diz a palavra de Deus, com seu espírito excelente, se destaca sobre os demais, sobre todos, sobre os presidentes e sobre os príncipes. Com certeza deve ter sido um destaque fora de sério a ponto do rei Dario querer constituí-lo como uma espécie de primeiro-ministro que estaria subordinado somente ao rei e todos as outras autoridades a ele deveriam prestar contas. A inveja tomou conta de todos os presidentes e dos príncipes e juntos buscaram de todas as formas encontrarem falhas em sua administração, mas não conseguiram (reparem que assim também tentaram com o Senhor Jesus e nada foi achado). O que fazer então? Traçaram um plano fantástico e triunfal e não haveria como Daniel escapar. O plano era perfeito e bem executado, Daniel jamais conseguiria sair dessa. O cerco foi armado e o plano executado com sucesso total (reparem que também armaram um plano contra Jesus e na hora acharam um motivo para crucificá-lo). 

II. Daniel na Cova dos Leões 

Eles pediram ao rei que assinasse um interdito real que não poderia ser revogado falando que por 30 dias somente o rei deveria ser adorado em todo seu reino.
Daniel soube do interdito, mas não se acovardou, pelo contrário, abriu as janelas de seu quarto e adorou o Criador e isso como fazia de costume três vezes ao dia. 
Contra a sua própria vontade, Dario foi obrigado a agir de acordo com o decreto. No entanto, ele tinha esperança de que o Deus de Daniel interviesse em favor do seu servo fiel. O rei gostava muito de Daniel e se esforçou para livrá-lo, mas como foi bem armado e executado não houve saída: foi executado! Colocaram-no na cova dos leões e fecharam a boca da cova dos leões com uma enorme pedra. Selaram a pedra com o selo real e o inferno todo foi comemorar a derrota de Daniel e o triunfo do plano maligno que urdiram .

III. A Firmeza do Caráter de Daniel

O rei ficou tão triste com a execução de Daniel que passou a noite em claro, em jejum e sem as costumeiras festas que eram feitas para o rei. Ao amanhecer o rei foi correndo à cova dos leões na esperança de que Deus tivesse ouvido e poupado a Daniel.
Clamou por ele, Daniel, falando de Deus e de lá de dentro a voz de Daniel é ouvida.
O último versículo fala de que Daniel prosperou tanto no reinado de Dario como no do Ciro, que substituiu a Dario. Assim como nas narrativas anteriores, o Senhor se revelou como sendo maior que qualquer governador ou reino humano, pois a sua soberania se estende sobre a natureza e a História. Mas esse decreto foi muito além das confissões anteriores no reconhecimento de Deus como uma divindade viva, que permanece e salva, cujo reino é eterno e não será destruído.